S.T.O.P = SUPERANDO TRAUMA ORIUNDOS DA PANDEMIA

  






O amor próprio, orgulho, é algo bem difícil de perceber...Não saber o que fazer para atrair o que se deseja, chegar mais próximo do que se emana. Mas a necessidade de estar aonde não se quer mais, faz o corpo migrante que se identifica como um ser não normativo, entender que essa identificação causa a cassação da sua liberdade justamente pelo déficit do patrimônio capital, afinal o capital tende a ser uma coisa tão importante e talvez mais importante que a própria vida, mesmo com tantos discursos e tantas manifestações. Em pleno 2023, massacramos qualquer ser humano se o mesmo não ostra seus ganhos financeiros. Afinal o êxito é atrelado ao financeiro, e a não possibilidade do erro, fracasso, ou justamente da mudança de rotas e recomeço, qualquer ser humano no seu ceio familiar encontra uma verdadeira guerra de egos, e na maioria das vezes sucumbe e acaba por aceitar o fracasso, que vem imposto por informações externas, pois a não ascensão financeira faz o seu eu não ser válido naquele ambiente...

Pare e respire fundo antes da leitura do que vem adiante, mesmo, busco que a leitura seja leve e te encaminhe para âmbitos e lugares mentais livres de julgamentos, culpas, ou de auto acusações que sua existência não tem nada com o descrito aqui...Afinal a leitura não pode ser algo que traga culpa, ou a síndrome da excelência em compreender uma realidade distinta da sua, ou se mesmo assim for similar, saiba que dentre esses bilhões de vidas humanas, somos ainda individuais, e mesmo com gêmeos, clones, e tudo mais , ainda assim a genética humana é tão única que não pensamos em pares da mesma forma, ou quando em grupo temos os mesmos ideais, esses são apenas uma fagulha do que nos une, não o que nos define, consegue captar?!

O que descrevo com letras e gramática foneticamente oriunda de um lugar do não privilégio me fez captar a necessidade de exemplificar e principalmente ecoar:

 

“O que canto e escrevo nessa injusta e desigual dança das cadeiras é a realidade, não das cidades, mas da maioria das famílias e pessoas BRASILEIRAS, não na mesma intensidade, nem temos mais que apenas o capital, que não é importante somente no inicial. Nós mostra com caráter e pagamos caro mesmo sem apostar que a verdade pode ser comprada se você for muito capitalizado. O que não vendemos é justamente o valor da ancestralidade, que não é novidade que nosso povo lutou de igual para igual, não tomou mesmo na mesma sagacidade, mas o bagulho é osso quando diminuem nós por termos mais coisas que o dinheiro. Favela que dá as cartas, e o que acham que é a falta, nós mostra que de assalto.”

 Bem família, desculpe a intimidade, mas na minha comunidade e onde cresci, chamar as pessoas assim cria uma proximidade maior e extingue as barreiras de qualquer comunicação, e assim criamos uma diretriz mais eficaz em nossa prosa.

                                                                                                                                

                                                                                                                                        CONTINUA...

 

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