O Ben


O bem que a liberdade nos traz, o bem que é ser livre. Que delícia sentir a vida em sua plenitude, cada sentido desperto, cada momento vibrando em nós. E foi assim que, num piscar de olhos, o Ben apareceu—leveza, firmeza e tudo de bom que o amor pode oferecer.

Afinal, que mal há em amar e ser amado? Que gostoso é sentir esse calor, essa companhia, os carinhos, beijos, abraços e olhares que dizem mais do que mil palavras. Que delícia é esse sentimento que pulsa, que ferve nas veias, sem barreiras—apenas nós, nossos olhares silenciosos, tão intensos quanto qualquer discurso.

Que bom é estar com você. O Ben que vem, o Ben que vai, o Ben que permanece. Sentir não apenas prazer, mas afeto, amor, parceria e lealdade. Sentir a segurança de saber que, aconteça o que acontecer, teremos nosso lar—não feito de paredes, mas de sentimentos que não são por acaso.

Não sou MC Marcinho, mas hoje eu vim falar de amor. Um amor que não cabe em livros nem se mede pelo tempo. Um amor que faz o Ben pulsar aqui dentro. 


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